Reflexões

Você quer conforto ou uma vida que vale a pena?

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Um ano trabalhando em minha consultoria e buscando formas de ajudar as pessoas a serem mais felizes nas organizações. Estudos sobre motivação, formação em coach positivo, liderança orgânica e mais estudos. Várias palestras sobre felicidade no trabalho e duas sendo bem remunerado (quando falo bem remunerado, a remuneração de duas horas de palestra equivaleu a dois meses de trabalho assalariado).

Tudo muito lindo e tals mas aí os contratos começaram a não ser fechados, os programas de coaching não foram acontecendo, a consultoria para ajudar uma franquia a vender mais e melhorar a liderança acabou sendo concedida de graça.

As contas continuando e a reserva $$ acabando junto com a minha motivação de continuar o negócio. Comecei a buscar recolocação no mercado de trabalho, fazer parcerias com pessoas e empresas que pensam parecido comigo mas bateu aquele incômodo que muitos empreendedores já devem ter sentido no começo do seu negócio. Esse incômodo tem um nome para mim e se chama frustração por não ter feito tudo o que eu poderia.

E como eu ainda estou vivo e com possibilidades de fazer diferente, decidi que vou continuar com o meu propósito que é o de ajudar as pessoas a serem mais felizes no trabalho. O que me falta é fazer de outras formas aquilo o que não está dando resultado, é ir até o meu limite (que ainda está longe, beeeeem longe de atingir), aprender, ensinar e continuar fazendo.

Nessas horas recorri a exemplos de pessoas que já fracassaram mas não desistiram do seu propósito que para eles, assim como para mim era bem claro:

Walt Disney, no começo de sua carreira como empreendedor, fechou um acordo com uma distribuidora para suas animações que só o pagava semestralmente. Além disso, teve seu primeiro personagem roubado por um ex-sócio. Mas ele não desistiu: cortou gastos pessoais (tomava banho uma vez por semana e comia comida de cachorro) e acabou, com o tempo, fundando um dos maiores impérios do mundo.

Oprah Winfrey foi demitida do seu primeiro emprego na TV, Steve Jobs foi destituído da direção da própria empresa, J.K.Rowlings, que estava desempregada quando escreveu o primeiro livro de Harry Potter, teve seu manuscrito rejeitado por várias editoras e R.H.Macy faliu sete vezes (acredite!) antes de fundar uma das maiores lojas de departamentos dos Estados Unidos, a Macy’s. Veja quanta gente falhou e acreditou em seu potencial e hoje tem sucesso e milhões na conta!

Depois de ler tudo isso, chorar, gritar e me reinventar decidi que vou continuar com o meu propósito colocando mais energia, intenção, ação e consistência em TUDO o que eu fizer.

Sempre que jogo Candy Crush, meu foco é ficar entre os três primeiros em cada nível (quem joga sabe do que estou falando). Sendo assim percebi que sempre que eu não conseguia esse objetivo, acabava voltando e jogando novamente até conseguir. Pode ser que a motivação venha da psicologia utilizada pelos programadores do jogo, leia esse artigo, ou de outros fatores intrínsecos meus como carências, necessidade de algumas pequenas vitórias, não importa. O lance é que percebi que só consegui o que queria quando me esforcei de verdade voltando várias vezes para cumprir o que eu estabeleci como meta. A cada vez que eu reiniciava o jogo era como se eu estivesse apenas continuando aquilo o que eu determinei e não começando do zero.

Sim, os meus pequenos fracassos são parte do meu sucesso se eu os enxergar como necessários!

O que é melhor, desistir de tudo e ficar confortável com um emprego de segunda a sexta onde o propósito é ajudar a construir o sonho dos executivos ou fazer de outras formas aquilo eu estava fazendo até então?

E para finalizar deixo aqui um agradecimento especial ao meu amigo Alexandre Pellaes da Exboss que me provocou a dar o melhor de mim através daquilo o que eu precisava e não necessariamente queria ouvir:

 

Quer vir junto comigo nessa jornada? Me envie uma mensagem, um sinal de fumaça, um e-mail e me (se) ajude a ser uma pessoa melhor!

Francisco Dalsenter – Fundou a Happynn para através de palestras e coaching ajudar pessoas a serem mais felizes em seus trabalhos e descobrirem que podem chegar muito mais longe se pararem de sentir pena de si mesmas.

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